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segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Número Dezenove

Domingo deve ser meu dia de sorte, ou é simplesmente óbvio, é o dia que todo mundo fica atoa e tem tempo de pensar, procurar e fazer sexo. Ontem conheci um cara muito gostoso! Ele até merece que eu repita, muito gostoso! Ele é baixinho, coisa que já disse algumas vezes que adoro, até porque acho que os baixinhos transam muito melhor, é fortinho, peludo, tem mais de trinta anos e é muito safado! Preciso dizer mais?

Pois é, fui transar com este cara ontem às 18hs mais ou menos, ele é meu vizinho, não moramos a mais de cinco minutos de distância. Quando nos encontramos ele me disse que achava que já nos conheciamos, que eu já tinha chupado ele no carro a alguns anos. Eu disse que não, que ele estava confundindo e realmente acredito nisso, um cara gostoso como aquele não é fácil de esquecer.

 Eu estava explodindo de tesão e ele apesar de já ter gozado no dia me disse que também estava e que gozava muito, vocês também já sabem que eu adoro um cara que goza muito, quanto mais melhor e também já sabem onde prefiro que o cara goze, na cara. Mas voltando ao início da foda... chegamos na casa dele e já tiramos a roupa.

O pau dele era bem normal, aquele pau perfeito para engolir todo. Foi o que eu fiz, já que vi que ele gostava muito de ver que o pau dele já estava na minha garganta. Ele ficou em pé na cama e eu de joelhos, chupando aquela rola, depois deitou e eu continuei chupando, engasgando algumas vezes quando chegava até a garganta. Beijava aquele macho com muita vontade e aproveitava todos aqueles pelos para chupar e morder os peitos dele e também para chupar as axilas dele. Sou tarado em axilas!

O tempo todo ele pedia pra eu dizer o que eu queria e ainda para repetir, o que me deixou com um pouco de vergonha no começo, mas depois não me importava e dizia exatamente o que queria, porra na cara, a rola dele no meu cu entre outras coisas que disse.

Depois de algum tempo nesta brincadeira ele começou a meter os dedos no meu cu, começou com um, foi fácil e bom, sinceramente não sei quantos dedos ele chegou a colocar em mim, sei que senti uma mistura de prazer e dor que poucas vezes tinha sentido antes, ele com certeza conseguiu chegar no ponto certo, me deixou louco de tesão.

Pouco depois disso sentei em cima dele. Sentei, levantei os braços dele e fiquei chupando suas axilas, louco de tesão. Era tanto o meu tesão que quase não aguentei e senti o pau dele dentro de mim sem camisinha, foi realmente por muito pouco. Ele levantou, colocou a camisinha e tudo o que eu queria era ele dentro de mim.

Senti ele dentro de mim e foi muito bom, o tamanho do pau dele era ótimo, podia meter e não machucava, foi ótimo, depois de pouco tempo ele disse que queria gozar. Ele levantou, falou para eu deitar com a cabeça meio para fora da cama e gozou muito na minha cara, era verdade que ele tinha muita porra. Quando senti a porra dele na minha cara gozei também. Foi uma transa muito boa.



ps: Sobre o que escrevi bêbado, só sei que foi sobre escrever sobre coisas diferentes no blog, já que escrever sobre sexo fica muito repetitivo e infelizmente não tenho o talento do FOX para escrever. Vou continuar tentando me adequar ao blog.

domingo, 8 de janeiro de 2012

Número Dezoito

Hoje foi jogo super rápido, eu estava a fim de sair, mas tava cedo e fui passar o tempo na net, comecei a conversar com um cara e gostei do pau dele e ele parecia bem safado. Não resisti e preferi sair com ele do que ir pro bar caçar.

Ele tem 38 anos, é branco, um metro e setenta (pouco menos que eu), bem magro (o que não gosto) e com uma pica grande, mas não muito grossa e um saco de um ótimo tamanho. Peguei ele pra uma chupada rápida, que até achei que seria no carro.

Ele falou pra gente ir pra um motel bem próximo, que ele disse que era terrível, mas pra uma chupada estava bom, disse que tudo bem, se ele preferia assim. Meu, o motel é bem assustador, nunca tinha ido em um motel tão fudido. Me lembrei de uma novela da Globo, onde a madame estava traindo o marido e levou na bolsa roupa de cama para usar na cama do motel e ainda tinha uma cena do Rodrigo Santoro levantando da cama pelado.

Voltando ao motel... O motel não tinha portão para que os outros não pudessem ver o seu carro, não tinha chave, era um destas fechaduras de segurança e era bem simples, roupa de cama velha, banheiro velho, enfim.

Tá, mas claro que eu não ia me importar pro motel, me concentrei mesmo foi  em chupar o pau do cara, uma delícia de pau e o motivo de eu ter saido com o cara. Ele deitou e eu chupei ele, depois disso ele disse que queria chupar meu cu, deixei. O cara depois tentou meter em mim, sem camisinha, sem chance né, e naquele lugar não tava a fim de dar pra ele. Depois o cara me bateu na cara com aquele pauzão, muito forte, uma delícia. Daí aconteceu uma coisa inédita, ele colocou o pau entre minhas axilas e brincou ali de meter, sinceramente me deu vontade de RIR.

Ele bateu um pouco mais o pau na minha cara, chupei o pau dele um pouco mais e depois disso ele já estava pronto pra gozar. Neste ponto do blog vocês bem sabem aonde, ou será que não? Claro, na minha cara. Ele gozou na minha cara, porra espessa, e senti também que o cara deu uma cuspida ou sei lá o que eu chamaria enquanto gozava. Fiquei com a cara cheia de leite e gozei muito, coisa que eu não queria fazer no primeiro momento para animar de ir ao bar caçar e se desse transar com outro cara.

Pois é, como gozei, só me limpei, nos arrumamos, o cara pagou o motel (10 reais, juro!!!) e fui levar ele e vir para casa.

sábado, 7 de janeiro de 2012

Número Dezessete

Entrou um cara no meu msn e começamos a conversar, educadamente pedi pro cara colocar uma foto de rosto, ele me mandou uma foto e eu gostei. Ele me disse que mandava carinhas para ele num site e eu não dava moral, disse que provavelmente porque já tinha pegado o msn dele e quando nos encontrassemos no msn nos falariamos. 

O cara é casado, tem seus quarenta e tantos anos, poucos pelos, corpo normal e pau normal e mora longe, bem longe. Estranhei que ele queria sexo quase meia noite (sendo casado), perguntei se era mesmo casado, respondeu que sim e se era um problema, respondi que não era problema nenhum (adoro caras casados, são machos e sigilosos!). Ele disse que a esposa estava viajando, por isso podia. Ainda tenho minhas dúvidas se ele realmente é casado.

Ele me disse onde morava, que é bem longe, uma cidade enconstada em Goiânia, mas de um lado que eu nem sabia que existia. Mas como eu estava com tesão e tinha a opção de ficar caçando na internet, sair para uma baladinha e talvez encontrar alguém ou sair com ele, resolvi ir encontrar com ele apesar da distância. Ele me encontrou num posto perto da sua casa, já que na casa dele eu não chegaria nunca.

Segui o cara até em casa e por ser longe e um lugar que não conhecia confesso que me deu um pouco de medo, mas já tinha visto que o cara estava só no carro, isto me tranquilizou um pouco. Entramos num condominio bem simples de casas. Entramos e já partimos para a ação.

Tirei a camiseta dele, o shorts que ele tava e fiquei de joelhos em um colchão que tinha no chão e comecei a chupar o cara. O pau era gostoso, chupei um tempinho com ele apertando o bico do meu peito e eu o dele algumas vezes. Depois levantei e ele ficou de joelhos para chupar meu cu. Chupou um pouco e trocamos mais uma vez, voltei a chupar o pau dele. Daí ele disse que queria me fuder e perguntou se eu tinha camisinha, por "sorte" eu tinha.

Ele tentou me fuder em pé, mas já não é fácil e o pau dele ainda estava muito seco, foi impossível. Daí ele deitou na cama e eu sentei no pau dele. Daí sim ele meteu. Meteu um bom tanto e eu disse que queria que ele gozasse na minha cara (já tinhamos falado sobre isso). Ele disse que demorava um tempo para gozar, nesta hora assustei, odeio dar por muito tempo, só tenho dor se demora muito e zero de prazer.

Meteu um pouco naquela posição e disse que queria me fuder de quatro. Logo atendi, fiquei de quatro e ele foi atrás de mim para meter. Pedi para meter forte. Meteu e por sorte logo tirou o pau, nem precisei pedir e começou a bater uma punheta, fiquei de joelho esperando a esporrada, chupei um pouco o saco dele e logo ele gozou. Foi uma gozada do jeito que eu gosto, que saem jatos de porra e melaram toda a minha cara e parte do cabelo e ombros e eu gozei logo depois, com a cara cheia de porra de macho.

Fui tomar banho e voltei pra casa, aproveitei para ver a distância, 15 quilometros só na BR e mais uns 5 até minha casa, por sorte moro em uma cidade pequena. Duas coisas são certas, odeio dirigir com chuva e a noite, não vejo quase nada, mas valeu a pena.

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Número Sete

Este post pode fazer as pessoas pensarem coisas não muito boas de mim, se é que já não pensam por este ser um post das transas que tenho e que talvez não sejam poucas. Ou pelo menos não muito poucas. Mas acho que tenho de falar o que acho.

Hoje depois de um bom tempo eu saí para baladinha gay. Fui para um bar, o único lugar que tem aqui para ir no domingo. Este bar da todo tipo de gente. Rico, pobre, alguns bonitos, muitos feios, mas é o que tem para domingo. E na verdade é bacana e muito cheio.

Fui sozinho. É incrível mas sempre que vou só encontro um conhecido e acabo ficando lá com ele. Hoje não foi diferente, cheguei e já dei de cara com ele. Ele estava com dois amigos, me apresentou, conversamos um pouco e saí para dar uma volta, ver o que tinha de bom no bar.

Encontrei vários conhecidos, mais do que o normal, conversei um pouco com todos, dei uma volta na parte fechada que estava insuportavelmente cheia e voltei para onde estava o primeiro conhecido que falei aqui. O amigo dele  o cutuvaca todo tempo, era para ele me dizer que este amigo dele tinha me achado muito bonito. Quando ele disse isso agradeci e saí. Não estava a fim do amigo dele. Fui para roda de outros conhecidos por um tempo. 
Depois de um tempo, de dançar um pouco voltei e aí sim começou, o cara não parava de dar em cima de mim, ele falou de me beijar falei que não e ele continuava as cantadas, sabendo que não ia dar em nada, que já tinha sido dispensado. Foi mais ou menos nesta hora que vi um cara que eu adorei. Baixinho, careca, peludo, gordinho e branco. Eu ainda não tenho certeza, mas acho que já tinha ficado com ele. O problema é que ele tem cara de pobre e realmente é pobre. É um tipão que gosto muito, mas não é exatamente o tipo de cara pra gente pegar numa baladinha, é visível que ele é meio nada a ver. Não me importei, mesmo com um monte de conhecidos ali queria ficar com ele.

Fiquei olhando e ele também, mas fiquei na minha com meu conhecido e sendo cantado. Perdi o cara de vista e quando vi ele estava na fila para pagar. Quando já estava quase chegando na hora de pagar e ir embora fui para perto da fila e comecei a olhar o cara. Quando ele pagou passou por mim e disse boa noite e saiu. Pensei que ele ia embora e que não ia dar em nada.

Ele parou logo na frente e ficou olhando, eu fiquei encarando e ri para ele. Ele voltou, se apresentou e começamos a conversar. O cara era realmente um tesão, 43 anos e com uma barba maravilhosa. Conversamos um pouquinho e nos beijamos. Logo depois disso entrei na fila para pagar pra gente ir embora, estava enorme. Em um determinado momento perguntei o que ele fazia, a resposta: cabeleireiro. Lembrei do paulista que eu estava semana passada e de ele me falando que broxaria com isso, quase ri lembrando.

Eu já estava ali com ele, já tinha beijado, se alguém tivesse de ver já tinha visto e eu já sabia que o cara era pobre, como disse aqui. Pode parecer preconceito, talvez seja, mas infelizmente vivemos no Brasil, a minha rodinha é das bichas que "são" alguma coisa ou vão ser e as pessoas julgam. Se alguém acha que não, não se enganem, julgam e muito! E isso sem falar dos assuntos que não temos,
das realidades diferentes. Iamos juntos para a casa dele e neste ponto nada mudaria isso.

Ele morava perto do bar, no centro da cidade. Esperei ele chamar para entrar, ele chamou, coloquei o carro na garagem que ele ofereceu para não deixar o carro de fora, coloquei e entramos na casa dele. Cara, é nestas horas que a gente se depara com realidades diferentes né. O cara tem 43 anos e mora numa casa que é uma mini cozinha e o quarto com o banheiro. Não me importo com isto, mas vou dizer uma coisa, é fato que eu não namoraria uma pessoa assim. Ele estava com uma camiseta escrita giro (esta é a marca). Como eu disse no começo, muita gente pode me achar um monte de coisa neste momento, mas existe diferenças e espectativas nossas e dos outros na gente. Este é um cara de uma noite e isto é fato.

Ele tirou a camiseta assim que chegamos no quarto, o cara é realmente gostoso, peitão peludo e adora ser chupado no bico do peito. Como eu adoro também já fui colocando a boca e ele ficava louco. Achei que ele fosse passivo, tirei a calça dele, tirei minha camiseta e minha calça e deitei e puxei ele pra sentar no meu pau (ainda de cueca). Ele sentou, e eu fiquei louco para comer o cara. Ele dava beijos molhados com muita saliva.

Depois de um tempo daquele jeito ele saiu de cima, tirou minha cueca e começou a vir enconstar no meu cu, eu não estava a fim de dar. Logo ele levantou para eu chupar ele. Eu já estava deixando o cu dele molhado de saliva e fui chupar o pau dele, mas percebi que ele não estava a fim de dar. Depois de um tempo chupando o pau dele, virei ele e comecei a suber pelas costas com a boca e levantei e coloquei o pau entre a perna dele enquanto chupada seu pescoço, vi que ele realmente não estava a fim de dar e deixei para lá.

Abaixei para continuar chupando o pau dele e depois puxei ele para que ele deitasse comigo, daí ele foi chupar meu pau e meu saco. Tava tarado em fuder o cara e já sabia que não iria rolar. Ele sentou em cima de mim, mas daí foi subindo para eu chupar o pau dele. Chupei, ele começou a bater uma punheta e logo falou que ia gozar. Mais um que gozou na minha cara (olha que isto não é tão usual, mas desde que comecei este blog parece que virou rotina). Bati um pouco e logo gozei. Ele deitou do meu lado ficamos ali calados e eu com a cara cheia de porra. 

Logo levantei para lavar meu rosto e minha barriga e ir embora. Ele saiu comigo e perguntou se iriamos trocar telefone, eu fui educado, troquei telefone, dei boa noite, tirei o carro e vim pra casa. Achei o cara um tesão, inclusive na cama, só esperava comer ele e não rolou, mas valeu a pena. 

Só que preciso confessar uma coisa, falo com o paulista quase todo dia e não consigo tirar ele da minha cabeça e hoje já rolou o assunto de ele voltar a Goiânia. Estou me apaixonando por ele.

Este texto ficou terrível, são 4:15 da manhã, estou com sono e sem nenhum animo para revisar e reescrever as partes que precisam, espero que não se importem, até porque como for não escrevo bem né, tenho cada vez mais certeza disso depois de ler os textos do FOX.

Boa noite.

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Número Seis

Incrível, depois de tantos anos na ativa e ainda descubro coisas novas, ou pelo menos que ainda não tinha percebido. Adoro pau com uma cabeça bem grande! Adoro aquela cabeça de cogumelo, enorme, me deixa num tesão enorme. Voltei daquela chupada e entrei na net, estas coisas normais de passar o tempo. Daí falei com um carinha que parecia gostoso. Combinamos de sair. 

Ele foi almoçar e depois entraria para combinarmos, ainda no horário de almoço dele. Rápido ele voltou, combinamos dele passar aqui para me pegar e saimos. Chegamos no motel e como eu nem me lembrava, mas estava com uma jockstrap eu acabei tirando o jeans e a cueca logo que cheguei, sem deixar ele ver a cueca. Não estava no clima de deixar ele me ver numa jockstrap.

Ele tirou a roupa também e já fui deitando, ele sentou eu peguei no pau dele que já estava duro, vi que tinha aquela cabeça enorme e vi que valeria a pena só pela cabeça, mesmo não tendo gostado muito do cara. Chupei o pau dele com vontade. Depois de um tempo ele começou a me chupar também.

Vi que ficaria só naquilo, chupei, ele me chupava, batia uma pra ele, ele falava para esperar que já estava quase gozando. E ficamos nesta, depois de um tempo eu queria que ele gozasse, coloquei o rosto do lado da pica dele, chupei um pouco, bati pra ele e tive mais um gozando na minha cara hoje. Logo depois gozei também. Fui tomar banho, coloquei a roupa, com o cuidado de levar a calça e a cueca para o banheiro, ele colocou a roupa também e saímos.

Horário de almoço dele deve ter sido melhor que a maioria. E eu estou neste tesão louco, sem meter ou dar, sorte que adoro chupar rola. Sorte que adoro porra na cara.

Número Cinco

Senta que lá vem história. Pois é, já tenho coisa nova para contar, logo de manhã! Acabou de acontecer.
As quartas não preciso acordar cedo, e isto raramente acontece, hoje foi um destes dias. Acordei às 9:30 e fui tomar um banho. Depois disso fui pegar o computador, abri meu msn e vi que um cara que só pode fuder de manhã estava on. Não pensei duas vezes, tirei meu msn do invisível e fui falar com ele.

Ele pelo que entendi gostou do nosso primeiro papo, que foi quando nos vimos na cam, a umas semanas. Ele já começou falando que eu estava sumido. Respondi que sim e já fui logo dizendo que a foto dele tava de matar qualquer um. Ele perguntou quando iriamos nos encontrar e perguntei o que ele estava fazendo. Ele disse que só tinha até meio-dia e achava que não daria tempo. Como eu estava pronto disse que dava sim. Já peguei o endereço e saí.

Ele disse que me esperaria embaixo do prédio, cheguei ele já estava lá. No elevador ele já disse que o pau dele ainda era grosso. Peguei e vi que realmente era bem grosso. Chegamos na casa dele, ele já tirou a rola pra fora, eu me ajoelhei e comecei a chupar. Era uma pica enorme, o tamanho normal, uns 20cm (acho que é isso mesmo pelo que ele me falou), mas é tão grossa que parece ainda maior.

Ele perguntou se eu aguentaria levar aquela rola no cu, respondi que podia tentar, deixamos para uma próxima vez por não termos tempo e continuei chupando. Logo ele perguntou se eu queria o leite dele, respondi que sim. Tirei a boca e comecei a bater uma punheta para ele. Ele gozou gostoso na minha cara. Foi um tesão. Depois disso limpei o rosto e fui embora, ainda impressionado com a piroca dele e pensando se vou animar de levar aquela rola no cu na próxima quarta-feira. Será?